terça-feira, 30 de junho de 2009
Adotar gatinhosLeia antes de adotar Quer adotar um bichinho? Pense antes que... • Ele vai crescer e precisar de espaço. • É necessário tempo dispon
Quer adotar um bichinho? Pense antes que...
• Ele vai crescer e precisar de espaço.
• É necessário tempo disponível para dedicar ao animal: brincar, dar carinho, cuidar.
• Se for filhote, saiba que nos primeiros dias ele irá estranhar ou chorar, devido à separação de sua mãe.
• É necessário ter condições financeiras para cuidar de sua saúde e alimentação.
• Um dia ele ficará velho e precisará de você.
• Principalmente, é preciso ter muito amor e paciência com seu eterno baby.
Gatos não somem!

A casa dos gatos precisa ser divertida
Manter seu gato dentro de casa não é maldade. Maldade é expor o gato a doenças, acidentes e à crueldade... em nome de quê? Em nome da tal "vida livre e selvagem" que as pessoas cheias de romantismo equivocado atribuem aos felinos. A gente que lida com gatos de rua, contamos o que a gente vê todo dia.
• Um macho solto vai cruzar com todas as gatas no cio que encontrar.
Bruma vivia na USP, no alto das árvores para escapar dos cães. Desde que chegou aqui, não se interessa sequer em ir até a janela. Adora sua caminha macia, a vida mansa e a comida boa em casa
O
Bruma vivia na USP, no alto das árvores para escapar dos cães. Desde que chegou aqui, não se interessa sequer em ir até a janela. Adora sua caminha macia, a vida mansa e a comida boa em casa
que vai acontecer com as ninhadas indesejadas e com as gatas
mães? Provavelmente vão ser abandonados. O que acontece com gatos abandonados? Morrem atropelados, doentes ou ainda assassinados por pessoas ou cães que não gostam de gatos. Na melhor das hipóteses as ninhadas serão recolhidas pelos protetores, que arcam com as conseqüências da irresponsabilidade dos proprietários.
• Nas brigas com outros animais de rua, ou o gato da rua sai machucado e nesse caso vai morrer por não ter socorro veterinário; ou o seu gato é ferido e pode voltar para casa contaminado por várias doenças, inclusive as incuráveis leucemia, aids felina e peritonite infecciosa.
• Sempre tem aquele vizinho que não gosta de animais. Ele pode envenenar seu gato um dia. Gatos não aprendem a atravessar a rua. São atropelados com freqüência. Também entram no motor dos carros, e quando o motor é ligado são machucados ou morrem.
• As gatas passam pelo horror de ver seus filhotes mortos ou jogados fora... ou ainda seus "bondosos donos" jogam fora a própria mãe com a ninhada por que "engravidou de um gato de rua e vai dar trabalho".
• Todo mundo já ouviu alguém dizer "Ah, o meu gatinho sumiu... acho que roubaram!" Desculpem as palavras duras, mas os gatos NÃO SOMEM. O que os protetores vêem acontecer todo dia é que os gatos na rua são atropelados, envenenados, mortos e comidos por mendigos, por cachorros ou outros animais, maltratados por psicopatas e muitas vezes agonizam até morrer longe de sua casa e de seus donos. Não se iluda.
Dica de Alimentação
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O gato é um dos animais de companhia mais fáceis de manter, razão pela qual, na maioria dos países industrializados, vai ganhando lugar ao cão, que exige outra disponibilidade.
O gato doméstico (Felis silvestris catus) é um pequeno mamífero carnívoro da família dos felinos, muito popular como animal de estimação.
Ao longo dos tempos, eles foram amados, temidos, odiados, de tudo o que se sabe e se especula, somente uma coisa é inegável: eles sempre despertaram fascínio sobre nós.
Não se sabe ao certo quando os gatos passaram a ser domesticados. Foram encontrados vários registros no Egito, como pinturas, estátuas e desenhos de gatos, mas não se pode afirmar que não eram animais selvagens.
Os gatos geralmente pesam entre 2,5 e 7 kg; entretanto, alguns exemplares, como o Maine Coon podem exceder os 11,3 kg. Outros chegaram a 23 kg devido à superalimentação.
Em cativeiro, os gatos vivem tipicamente entre 15 e 20 anos, mas o exemplar mais velho já registrado viveu até os 36 anos. Os gatos domésticos têm sua expectativa de vida aumentada quando não têm permissão para vagar pelas ruas, o que reduz o risco de ferimentos ocasionados por brigas e acidentes, bem como quando são castrados, o que também reduz os risco de incidência de câncer de testículos e ovários.

